O negócio é levar vantagem. E seja lá qual for o negócio, pessoal ou impessoal.
Ao menos é o que parece quando se pensa um pouco de longe, como quem observa um filme.
E esse conceito já está embutido nas relações do trabalho, da família, dos casais, e não só na relação com as compras. Tudo se resume a produtos, coisas, inclusive as próprias pessoas.
É aí que acontecem os desencontros.
Eu gosto muito do meu relógio. Mas não o respeito.
Obs.: Não é escatologia. Mas há um bocado de coisas que chateiam!
sábado, 17 de maio de 2008
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