Antes de cair de cabeça nessa história de "produzir/reproduzir conteúdo", fiquei matutando e pesquisando nomes para o blog.
O ponto de partida foi esse momento "casa da mãe Joana" na política brasileira. Não pela política, mas pelas pessoas que a fazem. Fico com cara de pastel a cada vez que vejo algum cidadão dizendo "eu não sei o porquê de minha assinatura estar presente nesse contrato" ou "são dois cartões de crédito idênticos, eu usei o corporativo por acidente". Será que por acidente o valor não apareceu na fatura mensal desse cara?
É tanta denúncia que não dá para acompanhar o passo a passo de todas elas. Imagino o trabalho que a imprensa tem para conseguir ligar os pontos e realizar uma cobertura lógica dos fatos.
Desabafos à parte, o ponto importante é o seguinte: a verdade é uma só. O que se faz a partir dela são outros 500. Eu não me importo em saber se o cara recebeu propina para pagar pensão ou comprar um carro novo. Se recebeu, é culpado e não deveria ter o poder de representar nosso povo.
Mas, como mencionei, o que me intriga é gente. Como essas pessoas conseguem chamar umas às outras de mentirosas? Se estão lá para representar uma nação e cuidar de seu bem-estar, deveriam apenas discutir melhores formas de se educar, de garantir saúde etc. Mas a política tem se resumido à criação e ao confronto de verdades pessoais. "A minha verdade é mais verdadeira que a sua e você não é capaz de provar o contrário".
Enquanto isso a gente fica com cara de pastel procurando nome para o blog. E não é que achei?
Dicotomia. Simples e objetivo. Ou A ou B. Essa história de "confrontar verdades" não é coisa de gente direita.
O ponto de partida foi esse momento "casa da mãe Joana" na política brasileira. Não pela política, mas pelas pessoas que a fazem. Fico com cara de pastel a cada vez que vejo algum cidadão dizendo "eu não sei o porquê de minha assinatura estar presente nesse contrato" ou "são dois cartões de crédito idênticos, eu usei o corporativo por acidente". Será que por acidente o valor não apareceu na fatura mensal desse cara?
É tanta denúncia que não dá para acompanhar o passo a passo de todas elas. Imagino o trabalho que a imprensa tem para conseguir ligar os pontos e realizar uma cobertura lógica dos fatos.
Desabafos à parte, o ponto importante é o seguinte: a verdade é uma só. O que se faz a partir dela são outros 500. Eu não me importo em saber se o cara recebeu propina para pagar pensão ou comprar um carro novo. Se recebeu, é culpado e não deveria ter o poder de representar nosso povo.
Mas, como mencionei, o que me intriga é gente. Como essas pessoas conseguem chamar umas às outras de mentirosas? Se estão lá para representar uma nação e cuidar de seu bem-estar, deveriam apenas discutir melhores formas de se educar, de garantir saúde etc. Mas a política tem se resumido à criação e ao confronto de verdades pessoais. "A minha verdade é mais verdadeira que a sua e você não é capaz de provar o contrário".
Enquanto isso a gente fica com cara de pastel procurando nome para o blog. E não é que achei?
Dicotomia. Simples e objetivo. Ou A ou B. Essa história de "confrontar verdades" não é coisa de gente direita.
Na Wikipedia:
A dichotomy is any splitting of a whole into exactly two non-overlapping parts.
In other words, it is a bipartition of elements. i.e. nothing can belong simultaneously to both parts, and everything must belong to one part or the other. They are often contrasting and spoken of as "opposites."
The term comes from the Greek dichotomia (divided): dich- (form of dícha, in two, asunder); tomia- a combining form meaning cutting, incision, excision of an object.
Se as postagens seguirem essa linha, não faltará inspiração.
3 comentários:
É com uma grande satisfação que escrevo nesse blog!!! Meu amigo Henrique sempre de boa vontade e sempre com uma idéia bem definida do que vai dizer. Isso já é um começo brilhante! Parabéns!! Mas nem tudo são flores meu amigo, eu também sou contestador, rsrs, e lhe digo, a verdade não é uma só...a verdade é de cada um mesmo. Cada um levando embaixo do braço suas razões para ser melhor que o outro. Nós mesmos, em nossos desencontros com quem amamos, acabamos por querer, de uma forma ou de outra submeter nossa verdade de uma forma branda ou incisiva, mas sempre nossa verdade. Ou as verdades que tanto defendemos são opiniões? Ou será que as opiniões são expressão do que acreditamos e o que acreditamos seja nossa verdade?
a verdade é que eu tentei postar um comentário today earlier, mas seu blog não gosta de loiras de cabelo curto com a raiz escura crescendo. e eu sempre tenho problemas digitando a verificação de palavras abaixo.
a verdade é que eu estou escrevendo isso pra ver se alguém do blogger me desobriga a TER QUE USAR minha identidade Google pra te postar um comentário e assim conseguir ficar traçando meu caminho na internet.
a verdade é que eu nem chamo leticia.
e a verdade é bem diferente da realidade.
Você é o cara!
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